Review: 1.05 “Mendings, Major and Minor”

As consequências da magia.

Assim como os outros episódios, esse fez questão de nos lembrar de 2 coisas: existem vários mundos por ai e poder usar magia tem seu preço, que é algo absurdamente caro e nem todos
estão dispostos a pagar, preferindo assim desistir desse mundo. Outros já estão tão dispostos que até sacam o Master Alma e passam a conta no débito.

O episódio se passa durante “a semana de carreiras”. Magos famosos (e outros nem tanto assim) estão em Brakebills para acompanhar os alunos durante um tornei de balbudia (jogo mágico que eu desisti de tentar entender as regras). Alunos promissores chamam a atenção de grandes magos, que se oferecerem como tutores. Não está claro como essa tutoria funciona, mas parece que existe grande possibilidade do aluno seguir os passos do seu mestre, profissionalmente. Alice aceita um convite do diretor e retorna pra universidade, acompanhada de uma tia que é o desejo de todos para ser sua tutora. Quentin participa do jogo, mas sua cabeça está em outro lugar, seu pai possui uma séria doença e Q fará de tudo pra tentar curá-lo, infelizmente é agora que ele perceberá que a magia custa caro e usá-la em certas situações custa absurdamente mais caro, sendo necessário até mesmo pagar com a vida, para tentar usá-la sem ter garantia de sucesso, mas ao mesmo tempo, o jovem percebera que pequenos gestos e atitudes podem curar muito mais do que um feitiço extremamente complexo. Penny também chama a atenção de um tutor, outro viajante que lhe diz que ele deve tatuar símbolos em seu corpo, antes que em uma viagem, vá parar no fundo do mar.

Fora da escola, Julia continua tentando se aventurar no mundo que ela não consegue abrir mão. Após ser expulsa do grupo de bruxas do submundo, a jovem parte em busca própria de novos feitiços, o que acaba quase provocando um incêndio em seu apartamento. Como fica claro que ela vai precisar de ajuda, ela busca Pete e se oferece em troca de novos feitiços. Claro que esses novos feitiços são poucos para a jovem e ao confrontar seu amante, acaba provocando Marina, que resolve apagar da mente do seu namorado tudo sobre ela e, mesmo assim, a jovem continua na sua busca desenfreada pela magia. Julia esta indo cada vez mais pro fundo do poço, e eu me pergunto: Onde está o fundo desse poço meodeos? Essa menina já sofreu tanto e claramente sofrerá muito mais, nessa e em outras temporadas.

No final do episódio, voltamos rapidamente pra universidade e encontramos um Penny desesperado para encontrar uma jovem que clara por socorro. Ao se concentrar, ele acaba viajando em projeção astral para uma masmorra e encontra a jovem (que descobriremos ser uma das alunas da classe de 2013, que desapareceu) sendo torturada pela besta que é conjurada no final do primeiro episódio. Mesmo em projeção astral, a fera conseguiu “ver” Penny e agora ela pode estar vindo buscá-lo. Como a besta foi conjurada com ajuda de Quentin e Alice, Penny vai em busca de informações e descobrimos para onde ele viajou. Fillory. A terra mágica dos livros de criança que Quentin leu milhares de vezes é tão real e perigosa quanto a magia.

Como disse no começo do texto, o episódio usou duas das frases mais comentadas desde o piloto e foi capaz de nos entregar um episódio digno do anterior e claramente melhor do que os de número 2 e 3. Com o inicio da introdução de novos mundos, estamos abertos a várias possibilidades, será que encontremos um mundo onde o Pernalonga exista? Só acompanhando para saber….

Guia Brakebills para calouros:
– se sua casa possue um cãozinho com mais de 150 anos, não tente encantá-lo. NUNCA;
– Eliot ainda continua o melhor personagem e o mais bem vestido;
– esse episódio praticamente não teve ligações diretas com o livro, então não comentarei
curiosidades do mesmo;
– Fillory é uma terra fantástica, se você quiser saber um pouco sobre lá, leia Nárnia, são histórias
bem parecidas e ajudará a entender o futuro da série.

Marcwz